Turismo

Boqueirão do Leão é rodeado por mata nativa e lindos pontos turísticos.

Casarão

Casarão

CASARÃO

Localizado no centro da cidade, o Casarão é um edifício histórico. Construído por volta de 1940, por Dr. Lothar Storck, serviu em seu princípio como casa de moradia e primeiro hospital de Boqueirão. Depois passou a ser apenas casa de moradia quando Eugênio Franciosi, o comprou. Atualmente, restaurado, nosso cartão postal.
Temos ainda no centro de nossa cidade belos lugares para contemplar, a Praça central Dr. Anuar Elias Aesse; o Moinho todo feito de pedras; Igreja Matriz.

Cascata da Colônia Jardim

CASCATA DA COLÔNIA JARDIM

Localizada a 13 km da Sede Municipal, em Colônia Jardim, é o marco da divisa de Boqueirão e Progresso. A cascata fica na propriedade de Ireno Zanon, responsável pelo camping.

 

 

Cascata do Gamelão

CASCATA DO GAMELÃO

A Cascata do Gamelão é uma das belezas naturais de Boqueirão, distante apenas 1,2 km do centro da cidade. Situado entre dois paredões, o local ganhou este nome por ter formato de uma gamela gigante. Composto por dois poços próximos um do outro, o local é muito visitado, de fácil acesso e de beleza indiscritível.

Cascata Fischer

Cascata Fischer

CASCATA FISCHER

Dentre tantas quedas d’água escondidas em meio às matas do município de Boqueirão do Leão, uma destaca-se por sua imponência e beleza: a Cascata Fischer. São cerca de 15 km do centro da cidade até Colônia Piccoli, onde está localizada, em estradas por vezes estreitas e de difícil acesso. Para chegar até ela ainda é preciso adentrar a mata por uma trilha íngreme e escorregadia, e driblar alguns troncos e grandes rochas, mas a paisagem compensa qualquer esforço. Para os mais aventureiros, a gruta que se forma detrás da queda convida a erguer acampamento, como fazem alguns visitantes e pescadores dali. Pela distância e dificuldade de acesso e comunicação do local, recomenda-se que o visitante procure um condutor local para visitá-la.

Moinho Colonial

Moinho Colonial

MOINHO COLONIAL

O Moinho Colonial São João, do Sr. Erni Felten, é um dos poucos que resistiram ao tempo, mantendo-se em funcionamento nos dias atuais. A construção de arenito, localizada no centro da cidade, foi iniciada na década de 1930 pela família Franciosi para moagem de trigo, uma das principais culturas agrícolas da época, e também do milho. A moagem dos grãos até os dias de hoje é feito em pedra, o que garante melhor qualidade e diferencial ao produto, que pode ser adquirido no local. No entanto, as visitas devem ser agendadas com o proprietário e em dias em que não exista demanda de trabalho.

Paleotoca

Paleotoca

PALEOTOCA

Por muito tempo acreditou-se que a caverna existente na propriedade da família Ogliari em Sinimbuzinho, a cerca de 2 km da sede, havia sido escavada por índios, tanto que o local era conhecido como Gruta dos Índios. Recentemente, estudos desenvolvidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS – mostraram que o local é na verdade uma Paleotoca, definida como toca escavada por animais extintos da chamada mega fauna (extintos há 10 mil anos) que viviam, em partes, em abrigos subterrâneos. O estudo aponta ainda que o local foi habitado por preguiças gigantes. A paleotoca de Boqueirão é formada por três túneis: um a direita, um no meio e outro a esquerda. O túnel da esquerda está completamente desabado e entupido e só será acessível através de escavações que talvez venham a ser realizadas no futuro.
O túnel do meio é o mais visível e é o único que pode ser visitado de forma segura e sem se sujar completamente.
O túnel da direita tem um acesso ao lado do piso do túnel do meio e apenas a porção final, que corresponde ao dormitório das preguiças gigantes, é parcialmente acessível. A entrada desse túnel está completamente entupida com areia e blocos de rocha. Segundo o Prof. Heinrich Frank, do Instituto de Geociências da UFRGS, a porção original da paleotoca inicia após o acesso ao túnel da direita junto ao piso. Sua largura é de 4 metros, a altura é de 2 metros. Essas dimensões são típicas dos túneis escavados por manadas de preguiças gigantes.

Perau da Nega

Perau da Nega

PERAU DA NEGA

A Cascata Perau da Negra localiza-se cerca de 6km de distância da sede do Município, na localidade de Sinimbuzinho. De um lado é formado por uma enorme parede de rochas em forma de círculo, do outro lado há uma linda cachoeira que deságua em um poço. O nome Perau da Nega surgiu porque segundo moradores da região, uma mulher negra se jogou do perau, onde caiu próximo ao posso e morreu devido.

Sítio Daniela

Sítio Daniela

SÍTIO DANIELA

O local fica distante 9 km do centro. Passear pelo sítio da família Jandrey em Quatro Léguas é reencontrar-se com a tranquilidade da vida no campo. Um lugar aprazível, onde o visitante terá a oportunidade de provar das delícias da culinária caseira preparadas no antigo forno de fumo que foi transformado numa charmosa cozinha rústica, com direito a fogão de barro, bancos estofados com tecido de chita, objetos e fotos antigas. Um ambiente aconchegante para \”uma boa prosa\” e para experimentar as geleias, pães, massas, churrasco de ovelha, paçoca de pinhão e outras delícias. É possível ainda fazer trilha pela área de mata nativa existente na propriedade, visitar o pomar e acompanhar as lidas com as ovelhas.